Sinopse:
Ambientado no início do século XX, Eleonora acompanha a vida da família Alcântara, proprietária de uma próspera fazenda de café. No centro da narrativa está Eleonora, a filha mais velha e favorita do rígido patriarca José Braga de Alcântara. Criada acreditando que seu prestígio dentro da família lhe garantiria alguma liberdade, Eleonora vê suas expectativas desmoronarem quando o pai decide impor-lhe um casamento arranjado. Apesar de amar outro rapaz, ela se vê aprisionada pelas tradições da época e pela postura implacável de José Alcântara, que não admite contestação quando se trata do cumprimento de suas vontades. Entre o dever familiar e o desejo de escolher o próprio destino, Eleonora enfrenta conflitos íntimos que revelam a dura realidade das mulheres da época, cujo valor era frequentemente medido pela obediência e pela conveniência social.
Eleonora
Larissa Mendes sempre carregou dentro de si o desejo de ser escritora. Desde muito pequena, declarava com convicção que essa seria sua futura profissão.
Com o passar dos anos, porém, o sonho adormeceu — quase como se jamais tivesse existido.
Tudo mudou em 2018, quando, munida de um caderno de capa vermelha, Larissa começou a rabiscar as primeiras linhas de Luiza, sua primeira obra.
O livro, entretanto, permaneceu estagnado por anos, guardado entre anotações e silêncios.
Somente em 2025, incentivada pela filha Manuela — então com doze anos — Larissa reencontrou o prazer da leitura e a coragem de escrever.
Retomou Luiza e, dessa vez, levou a história até o fim em poucos meses.
Ainda envolvida no universo de suas personagens femininas, no mesmo ano iniciou Eleonora, romance que aprofunda a trajetória de uma das tias de Luiza, dando continuidade ao universo literário que começava a tomar forma.
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